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Tema da Semana: Percy Jackson

27 jul

Bom dia lindezas, tudo bem com vocês?

O tema desta semana foi indicado pela leitora Summer (obrigada, mande sempre mais sugestões!!!!)

Percy Jackson é uma obra de ficção de literatura, escrita por Rick Riordan (Percy Jackson and the Olympians) que foi adaptada para o cinema. Infelizmente, devido a baixa bilheteria (o segundo filme é ruim mesmo), foram feitos apenas dois filmes, sendo a franquia cancelada (mesmo os atores tendo contrato para três filmes).

Sendo sincera, vi os dois filmes, mas não li os livros (pelo menos não ainda, estão na minha lista junto com Eragorn, logo depois que eu terminar o quinto livro das Crônicas de Gelo e Fogo – aka Game of Thrones).

Todo enredo gira em torno de Percy Jackson, um garoto que, após um ataque durante uma visita a um museu numa excursão da escola, descobre que é um semi deus, filho de Poseidon (que é o deus das águas). Após o evento ele é levado para um acampamento escondido em que são treinados e criados os filhos de semi deuses, onde eles são protegidos.

Lá no acampamento ele conhece Annabeth que é filha de Atenas, descobre que seu melhor amigo é um sátiro, e que a função dele era proteger o Percy, conhece Clarisse (que é filha de Ares – deus da guerra) e que compete com ele, Thalia (filha de Zeus) e diversos outros semi-deuses, e as aventuras se desenrolam a partir daí, sendo Luke (filho revoltado de Hermes) o grande vilão, pelo que sei pela maior parte da saga e nos dois filmes.

Não conheço muito mais, da saga, sei que, no primeiro filme (aparentemente bem fiel ao livro) Percy é acusado de ter roubado os raios de Zeus (o que leva ele a ser atacado na excursão da escola e levado para o acampamento de meio sangues), lá conhece Annabeth e descobre que Groove (seu melhor amigo deficiente físico) é um sátiro (o que não o faz deficiente, mas como ele é meio humano e meio animal – ele tinha que usar muletas no mundo humano para disfarçar), e então, durante uma fuga a mãe de Percy é morta e levada por Hades, o que faz com que Annabeth, Percy e Groove passem por diversos problemas e confusões para poder salvá-la e, ao final, descobre-se quem roubou os raios…

No segundo filme, a árvore que protege o acampamento dos meios sangues (que é Thália, filha de Zeus, que deu sua vida para que Luke e Annabeth chegassem ao acampamento quando foram atacados por ciclopes) é contaminada, assim, somente o velocínio de ouro pode salvá-la. Dessa maneira, Clarisse é escolhida para ir buscar o velocínio atravessando o mar de monstros, mas se perde, e quem a encontra é Percy, Annabeth, Groove, e Tyson (meio irmão ciclope de Percy). A estória se desenrola e descobrem que Luke (que é o grande filho rebelde de Hermes e vilão da série) está com o velocínio para ressuscitar Cronos e todo o filme e a aventura se desenrola a partir daí…

Como disse, esse segundo filme foi muiiiiitttooo ruim de bilheteria, e ele é ruim com força acredito que parte porque entre o primeiro e o segundo filme tem um hiato de três anos (o que é um tremendo tiro no pé para uma franquia infanto-juvenil, uma porque o público cresce e passa a ter outros interesses, outra porque nesse meio tempo, a franquia teve que competir com o Hobbit, Jogos Vorazes … uma terceira, porque o filme é ruim mesmo, a interpretação do elenco é fraca e ele não convence nem um pouco – apesar de ser legal para assistir com a sobrinha de oito anos – é o tipo de filme de Sessão da Tarde rsrsrs).

Quanto aos livros, Percy Jackson e os Olimpianos é uma saga com cinco livros (O ladrão de raios, Mar de monstros, A Maldição do Titã, A batalha do labirinto e O último olimpiano).

Acredito que seja isto.

Esta semana este é o tema de inspiração.

Beijos

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Grandes diretores, grandes clipes

13 abr

Oi, gente! Tudo bom?

Continuando nossa conversa de segunda sobre videoclipes, queria comentar sobre um aspecto importante da evolução dessa mídia. No começo, os vídeos eram em sua maioria apresentações gravadas. Depois, os artistas passaram a arriscar algumas coreografias e as produções passaram a se tornar mais elaboradas. Muito disso foi por causa da MTV.

A linguagem dinâmica e rápida dos clipes trouxe um novo universo artístico a se explorar no audiovisual, e muitos diretores iniciaram suas carreiras com os vídeos musicais ou se arriscaram no terreno eventualmente. O francês Michel Gondry (Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças), por exemplo, dirigiu mais de 80 vídeos.  Let Forever Be, do Chemical Brothers, é um dos mais legais em minha humilde opinião:

O clipe é uma grande viagem, uma espécie de pesadelo da protagonista. E os efeitos visuais para a época causaram frisson!

Spike Jonze começou a carreira dirigindo videoclipes e filmou muito para o Weezer, Bjork, LCD Soundsystem, R.E.M., Yeah Yeah Yeahs. Amo o vídeo e a música de Suburbs, do Arcade Fire, mas aqui selecionei Weapon of Choice, do Fatboy Slim, para mostrar porque acho simplesmente gênio:

Christopher Walken dançando e voando (?) feito doido por um hotel, vestido de executivo, precisa mais?

Sabe o clipe de Vogue, da Madonna? É de ninguém menos que David Fincher (Clube da Luta, Seven). Ele também dirigiu Suit & Tie, tirado do novo álbum de Justin Timberlake:

Fazendo a pesquisa para este post, descobri uma coisa que eu fiquei estarrecida: Bad, do Michael Jackson é do Martin Scorsese! Tipo, como assim? Para falar a verdade, acho um  vídeo um tanto quanto datado, mas é inspirado numa cena do musical West Side Story (Amor Sublime Amor). Legal, né?

Bom, para o post não ficar muito cansativo, vou deixar abaixo mais alguns links para clipes dirigidos por grandes diretores:

E aí, gostaram dos clipes? Acham que bons diretores de cinema geram bons clipes?

Beijos e até amanhã!

Inspiração da semana: Que esmalte você usaria para receber um Oscar?

25 fev

Oi, gente! Tudo bom?

Como vocês sabem, o Oscar foi ontem e uma das coisas mais divertidas é observar as roupas, cabelos, maquiagem e… unhas, claro. Até o momento que eu acompanhei os looks antes de agendar este post, achei tudo muito sem graça no quesito unhas:

Capturas de tela

Muito douradinho, nude, até o vermelho dá sono! Tudo bem que as moças se montam todas e a unha acaba sendo um detalhezinho… Mas se eu fosse ao Oscar, ou melhor, se eu fosse receber o Oscar, usaria o esmalte mais lindo possível!

Então, nossa proposta da semana é esta: qual esmalte você usaria no Oscar?

Qual esmalte vocês usariam? Queríamos pedir para vocês mandarem fotos das unhas com o esmalte escolhidos para fazermos um post especial no domingo, o que acham? Mandem para unhasinspiradas@gmail.com, vamos agitar! 

 

Beijos!

 

Inspiração da Semana: Zooey Deschanel

12 mar

Oi meninas! Tudo bom com vocês? Como foram de fim de semana?

Pela primeira vez na história deste país, o nosso tema da semana não vai ser uma música, nem uma data comemorativa, nem um quadro: vai ser uma pessoa!

Zooey Deschanel é uma atriz e cantora americana. Ela participou de vários filmes como Sim, Senhor e Quase Famosos. Em 500 Dias com Ela, interpreta  Summer Finn, moça moderninha que não quer saber de relacionamentos estáveis, para infelicidade de Tom Hansen, interpretado por Joseph Gordon-Levitt. O filme se parece com ela: todo fofo. Eu acho fenomenal esta cena (cuidado, contém  spoiler):

 

A Zooey faz dupla com M. Ward na banda She & Him. Os dois lançaram três discos, o último deles A Very She and Him Christimas, de 2010.

 

 

 

 

Mas não basta ser linda, cantar e atuar bem. Tem que ter estilo, e isso a moça esbanja! (falei bonito agora) Toda trabalhada no visú retrô, a Zooey gosta de estampas florais, cintura alta e bem marcada, laços, estampa xadrez. Para mim, ela parece sempre uma bonequinha.

clique para aumentar

Algumas curiosidades:

  • Meu, ela é I-G-U-A-L à Katy Perry;
  • Ela é irmã da Emily Deschanel, do seriado Bones. Seu pai, Caleb Deschanel, é cineasta;
  • Alérgica a ovos, leite, trigo e glúten, a moça ainda é vegan! Tipo assim, o que ela come? Essas restrições lhe renderam uma participação no programa Top Chef Masters;
  • Para a minha surpresa, é ela neste clipe aqui do Offspring;
  • Sua primeira participação televisiva foi no seriado Veronica’s Closet, olha que mirradinha.

Atualmente, ela é protagonista do seriado New Girl, sobre o qual vou falar no sábado, mas já adianto que estou gostando muito!

Apesar de não saber se a moça curte um esmalte, vamos pintar as unhas esta semana pensando no estilo e nos trabalhos dela. Ao desafio!

Beijos e boa semana a todas!

Como era antigamente

10 set

Olá, amores! Como estão?

Na dica cultural de hoje, escolhi falar sobre o filme Meia-Noite em Paris, do Woody Allen. Lembrei dele porque tem uma versão do cartaz que faz referência ao quadro Noite Estrelada, de Van Gogh, nossa inspiração da semana:

Como já aprendemos aqui, o quadro não foi pintado em Paris, mas na comuna francesa Saint-Rémy-de-Provence, mas abafa o caso.

O protagonista do filme é Gil, um roteirista de Hollywood interpretado por Owen Wilson. É ele quem faz as vezes de alterego alleniano (inventei esse adjetivo agora, ignorem) – a neurose, o jeito atrapalhado, o ser incompreendido pelas outras pessoas, está tudo lá.

Junto a sua noiva Inez e aos pais dela, todos americanos, Gil passa uma temporada em Paris. Apesar de sua bem sucedida carreira, ele só pensa em mudar-se para a capital francesa e terminar de escrever seu livro. Romântico incorrigível, fantasia sobre a vida na Cidade Luz da década de 20, com toda a efervescência cultural dos anos dourados e as ilustres personalidades intelectuais e artísticas da época.

Gil e a noiva Inez, interpretada pela sualinda da Rachel McAdams

Eis que uma noite, caminhando meio bêbado e sozinho, Gil encontra uma espécie de “racha temporal” e momentos depois está num carro antigo, nas companhias de Jean Cocteau, Cole Porter, Scott e Zelda Fitzgerald, Ernest Hemingway, T.S. Eliot, e outros.

Esse toque de surrealismo tratado com naturalidade é bem presente na obra de Woody Allen. Lembram da mãe gigante nos céus de Nova Yorque, no curta Édipo Arrasado?

A mãe gigante faz o filho passar vergonha - quem nunca?

Enfim, Gil conhece todos que sempre quis conhecer, faz tudo o que sempre quis fazer na época em que gostaria de ter vivido. E o que ele tira disso?

O filme fala do saudosismo que está presente na maioria de nós, pois sempre achamos que era melhor em outros tempos. Ou, ainda, que o melhor está no futuro. Em uma extensão maior, sempre desejamos aquilo que não pode nos pertencer.

Na minha visão, a conclusão do filme é aquela história de copo meio cheio/copo meio vazio. Você pode pensar que o tempo atual é ruim, assim como todos os tempos atuais que já existiram ou que vão existir. Ou pode aceitar a época em que vive, com seus defeitos e qualidades. A escolha é sua.

Para terminar este breve comentário, o trailer:

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