Frozen: e quem precisa de um princípe?

9 jan

OOOOOOOOOOOOOOOOOIiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!

E aí, como estão???

Feliz ano novo para todas!

Uma breve explicação do porquê eu não postei durante duas semanas: euzinha fui para Rio Preto, levei todos os meus lindos esmaltes, fiz as unhas… Mas não tinha câmera… Sim, minha câmera ficou em Ribeirão… e se vocês perguntarem mas e o seu celular? Eu troquei de celular em novembro porque o meu tinha quebrado e estava travando, então aproveitando a black friday eu comprei um celular da Motorola, dois chips… Só que 1) meu celular não tem flash 2) A resolução da câmera dele é muiiittoo ruim… Então sorry mas fiquei sem conseguir tirar fotos…

Mas enfim, ano novo, vida nova… e posts novos!!!!! E começamos o ano com um post muiiittto legal, de um tema super fofinho!!

Frozen! O filme é uma fofura, com musiquinhas super legais (quem nunca ficou o dia cantando desafinadamente Let it go?) Mas o que mais me chamou a atenção no filme é a tendência que a Disney tem tido de fortalecer laços como o da amizade, da fraternidade e deixar o amor romântico e aquela coisa de a mocinha indefesa que necessita do príncipe para ser salva.

Frozen, inclusive, chega a zombar dos amores estilo Bela Adormecida e Branca de Neve, afinal, o amor a primeira vista, pois o vilão é o filho mais novo de uma longa sucessão, louco para dar o golpe do baú, em qualquer uma das princesas, mas preferencialmente na rainha Elza…

Enfim, o filme mostra uma tendência de valorizar a figura da princesa como alguém forte, como a própria heroína, e não aquela que espera ser salva… Para mim, essa tendência começou com Mulan – que é a minha princesa preferida – em 1998, continuando com a Princesa e o Sapo (afinal a Tiana vai ajudar o príncipe quebrado e se transforma na sapinha e no final, os dois acabam realizando o sonho dela em New Orleans…) continuando em Brave (a Merida que se recusa a aceitar o seu destino de casar com o guerreiro mais forte da tribo Viking vizinha)…

É interessante, pois mostra a mudança no papel da mulher na sociedade e quebra estereótipos: a princesa indefesa, o príncipe virtuoso, o beijo de amor e o felizes para sempre. Estas fantasias ilusórias do amor romântico e idealizado dão lugar ao companheirismo (vida a Princesa e o Sapo), amizade, e ao fortalecimento dos laços de família, e altruísmo (afinal a maior prova de amor verdadeiro que a Ana pode dar no filme foi se sacrificar para defender sua irmã)…

Mas enfim… Pensando nisso tudo, as unhas inspiradas foram:

O esmalte no escuro

A esmaltação na luz

 

 

Os Esmaltes usados:

Sonho Blue – L’apogée é um azul lindo com micro brilhinhos super fofos e tudo de bom, com secagem rápida…

100 – X da cor é um azul cintilante transparente e aguado que só deu uma lustrada no azul lindo da L’apogée

Baby you´re a firework (Sparkling Sugar) – Essence Effect, sem brincadeira é o brilho mais lindo que eu já ganhei (obrigada Flavia e Estevão, eu A-D-O-R-E-I o presente… sempre que posso uso ele).. Ele dá o glass effect, e é super cheio de glitter!

O azul representa a neve, as cores da vestimenta da Elza, e o brilho a neve caindo!

 

Enfim, por hoje é só…

E aí, inspirei?

Beijos

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Uma resposta to “Frozen: e quem precisa de um princípe?”

  1. jubaoli23 03/04/2015 às 19:34 #

    também gosto das histórias onde a “princesa” é a mais importante 🙂
    adorei as unhas^^

    bjs

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